
Desde os meados de 2008 todos temos ouvido e visto nos noticiários várias informações sobre a famosa CRISE INTERNACIONAL. Instituições, que até então eram milionárias em todo o mundo tem ido a falência, acarretando assim desemprego, altas na inflação, desaquecimento nos mais diversos setores. Agora fica a seguinte pergunta:
Será que essa crise nos afeta aqui em Quissamã?
Sim, a Crise tem nos afetado. Uma mostra disso é a queda de arrecadação dos municípios de toda a região e particularmente a de Quissamã.
Como funciona?!
Os Royalties que Quissamã e os municípios produtores de petróleo recebem é uma "compensação" pela a extração do Petróleo e Gás Natural dos poços que estão em nossa região. O valor pago aos municípios é calculado com base na venda do Barril do Petróleo no exterior e em mais duas variáveis: o preço do câmbio e a produção dos campos.
Exemplo:
O Barril do Petróleo que já chegou a ser vendido a 147 Dólares no Exterior, agora com a Crise Internacional, caiu a um nível de ser vendido a 38, 39 dólares. Uma queda considerável no valor das vendas. Consequentemente o repasse dos valores pago pelos royalties aos municípios diminuiu. Só Quissamã teve em média uma queda de 60% de diminuição na arrecadação. Isso significa que o município tem menos dinheiro para investir. Com isso algumas medidas de contenção de despesas tem q ser tomadas para a nova realidade orçamentária.
O Prefeito Armando Carneiro que estava atento a todos os movimentos internacionais referentes à crise se antecipou e tratou de adequar a administração Pública à nova realidade, que não é só do município, mais de toda a região. O Prefeito tem se esforçado ao máximo e buscado parcerias tanto Estadual quanto Federal para que os efeitos da crise não sejam sentidos pela população e para a manutenção de todos os serviços e Benefícios ofertados pela Prefeitura. Na prática é o que temos vistos. Serviços essenciais são mantidos como os investimentos na Educação, Saúde, Infra-estrutura, Obras e Ação Social.
Agora você sabe como a crise internacional nos afeta aqui em Quissamã.
Texto: Paulo David

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